Ontem...
Ainda me lembro como se fosse ontem: os celulares haviam acabado de chegar. A comunicação sem fio era finalmente um sonho tornando-se realidade para aqueles que estavam dispostos a pagar o preço. No começo, ao menos no Brasil, um telefone celular era um simbolo de status. Ter um era um sinal de que se estava na faixa dos bens sucedidos. A popularização dos aparelhos moveis começou a crescer a medida que o mercado disponibilizava novos modelos a preços mais baratos. A Telesp Celular vendia o Baby, um aparelho simples, com tela monocromática que custava, digamos, "menos caro". Além disso, essa foi a época que milhares de formatos, cores e tipos diferentes de aparelhos foram lançados pela Nokia, sinônimo de inovação nas décadas de 90.
Após apenas alguns anos dessa popularização e revolução da comunicação chegou a internet móvel. No começo timidamente arranhava o status da internet fixa, era lenta e cara, como tudo que é novo e revolucionário. Novamente o tempo e a ciência cumpriram os seus papeis: tornaram a mais rápida e barata, a ajudando a se popularizar.
Hoje, quase 20 anos depois desse boom os tempos são outros. Os smartphones são onipresentes e oniscientes. Sabem todos nossos hábitos, nossa rotina, conhecem nossos amigos, tem nossas fotos e músicas. Um sucesso mercadológico que ninguém imaginaria possível na época de sua invenção. O número de Smartphones alcança incríveis 2 bilhões de aparelhos, sendo que a população é um pouco menor que 7 bilhões. Pensando assim e como se quase 30% do planeta possuísse o mesmo tipo de "equipamento" fabricado pelo homem. Poucas coisas são tão populares assim no ramo da tecnologia.
Dentro desse mercado imenso três empresas competem para desenvolver sistemas operacionais, a Google com o Android, a Microsoft com o Windows Phone e a Apple com o iOs. Em termos globais o market share da Google alcança quase 90%. Esse percentual se repete dentro do mercado brasileiro. Esse fator implica que uma única empresa é praticamente sozinha responsável por projetar, controlar e operar aparelhos ao redor de todo o mundo. Um trabalho titânico para uma empresa Titã. Como ela faz isso deixa de longe de ser um mistério, grande parte do seu crescimento apoia-se no desenvolvimento de aplicativos para seu sistema operacional já mencionado, o Android. Existem ao redor do mundo cerca de 388.000 desenvolvedores cadastrados na Play Store capazes de publicar novos aplicativos e vende-los. Isso é, existem 300 mil pessoas responsáveis pelo abastecimento de um mercado com quase 1,8 bilhões de aparelhos. A proporção torna isso um negócio que movimenta bilhões por poucos e revolucionários programadores.
Então, tendo a Big Picture em mente o cenário para o futuro é extremamente promissor para aqueles que se aventurarem neste mercado. As chances de sucesso são altas principalmente pela resiliência e escalonabilidade de qualquer produto a um custo zero para quem desenvolve.
Outro fator impactante é o surgimento do conceito de "Internet of Things", ou da Internet das Coisas. Esse nome basicamente indica que mais e mais objetos se conectaram a internet para poderem facilitar a vida das pessoas, surgirão então relógios inteligentes, geladeiras inteligentes e, em um aspecto mas global, casas e sistemas de água e luz inteligentes, capazes de se adaptarem ao usuário ou a demanda.
Por fim, apostaria que aqueles que estiverem preparados para esse novo mundo conectado através do desenvolvimento de aplicativos para aparelhos moveis serão os novos influenciadores do novo mundo. Começo então hoje a desenvolver aplicativos através da Polite Apps: por um mundo mais conectado.
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